miércoles, 2 de julio de 2008

AÑO 1970 - ANO 1970

De Londres, Caetano envia artigos para o tablóide carioca "O Pasquim" e canções novas para intérpretes como Gal Costa (que recebeu "London, London", um hit), Maria Bethânia ("A tua presença"), Elis Regina ("Não tenha medo"), Erasmo Carlos ("De noite na cama") e Roberto Carlos ("Como dois e dois"). Um marco: assiste o show dos Rolling Stones. Começa a se apresentar por palcos da Inglaterra e de outros países da Europa.
Segundo semestre Lançamento na Inglaterra do seu primeiro disco concebido e gravado no exílio, "Caetano Veloso", pelo selo Famous, da Paramount Records. No repertório, seis canções escritas em inglês - entre elas, "London, London" e "Maria Bethânia" - e uma pungente recriação de "Asa branca", de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. A gravação de "Asa branca" exprime a profunda tristeza que Caetano vivia por estar longe do Brasil. "I don't want to stay here / I wanna to go back to Bahia", dizia uma canção de sucesso à época, "Quero voltar pra Bahia", de Paulo Diniz, feita para ele.



De Londres, Caetano envía artículos para el tablóide carioca "El Pasquim" y canciones nuevas para intérpretes como Gal Costa (que recibió "London, London", un hit), Maria Bethânia ("Tu presencia"), Elis Regina ("No tenga miedo"), Erasmo Carlos ("De noche en la cama") y Roberto Carlos ("Cómo dos y dos"). Un marco: asiste el show de los Rolling Stones. Comienza a presentarse por escenarios de Inglaterra y de otros países de Europa. Según semestre Lanzamiento en Inglaterra de su primer disco concebido y grabado en el exilio, "Caetano Veloso", por el sello Famous, de la Paramount Records. En el repertorio, seis canciones escritas en inglés - entre ellas, "London, London" y "Maria Bethânia" - y una pungente recriação de "Ala blanca", de Luiz Gonzaga y Humberto Teixeira. La grabación de "Ala blanca" expresa la profunda tristeza que Caetano vivía por estar lejos de Brasil. "I don't want to stay here / I wanna to go back to Bahia", decía una canción de éxito a la época, "Quiero volver hacia Bahia", de Paulo Diniz, hecha para él.

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